Tutorial do Japinha ensinando varial heelflip, manobra esta que ele da com muito estilo. :D
Ter estilo nas manobras, é uma coisa que só adiciona ao seu rolé, você só tem a ganhar com isso.
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14 de mar. de 2011
8 de mar. de 2011
Teoria da competitividade sadia

Competitividade é disputar afim de cumprir a prática com mais êxito que o outro.
É muito fácil desistir sem acertar; há por outro lado ganas imbatíveis; entre o skater que desiste e o que não desiste, há pequenos empurrãozinhos, minúsculas partículas de motivação... Amigos. Quando dois amigos andam de skate juntos em um nível próximo, surge uma competitividade, entre brincadeiras, disputas e manobras. Um tenta superar o outro, com mais giros no Game of s-k-a-t-e, com combos mais complicados escondidos no bolso dos grinds.... O legal da competição é que o nível dos dois sobe muito, onde competir funciona como estímulo energético. É de um ponto de vista saudável, uma maneira que a amizade tem de acelerar a sessão marretada no skateboard, não algo para entristecer ou levar para uma vida. Mas, pertencer ao aumento de nível no esporte!
Não se leva competição para muitos outros aspectos da vida, não tem nada a ver com álcool, gatas ou dinheiro. Aquilo que não se compete não tem lugar em amizade.
Andar de skate sozinho também não é problema, há muita concentração, muita reflexão ouvindo a si mesmo. Não desista do skate! Com o tempo no skate, você verá o valor não pertencer as medalhas ou as manobras mais cabreiras. São as amizades, a experiência que o torna skatista e a vivência que pertence só a esse estilo de vida.
27 de jan. de 2011
Teoria do shape

Um shape adaptado ao seu estilo de skate é essencial. Aos Switeros os Double Decks são ótimos; aos fliperos os shapes com acentuadas concaves; aos verticaleros os shapes largões. Há modelos de shapes que auxiliam estilos de prática do skateboard.
Quando pegar o shape em mãos confira as medidas, Nose e Tail, as concaves o tamanho e a largura. Conte as lâminas, dê leves batidinhas com ele no chão, avalie o material.
Esteja atualizado com as tecnologias dos shapes, os preços, os testes pelos quais ele passou e a resposta que ele oferece.
Maple é seco porque o pinheiro nasce em lugar abundante em água; é uma madeira que aparenta uma estrutura mais compacta, responde rápido e não despedaça.
A Fibra de vidro é uma camada entre as camadas de madeira, uma fibra com uma aparente transparência; concebe pressões sem quebrar.
Há os shapes de madeiras comuns, skatáveis e simples.
Há algumas outras invenções como os Shape de Bamboo ou Maple com Fibra de vidro.
Escolha, coloque a lixa e vá manobrar!
21 de jan. de 2011
Teoria da música

Teoria da Música
Muitos skaters não dispensam um som durante a sessão. Um mp3 no bolso ou um som de caixa; uma sessão com bandas ao vivo ou sessões em eventos com Djs. Contudo as músicas parecem ser influentes nos skaters no aspecto manobrar! Instrumentais leves acompanham manobras complicadas; sons acelerados e altos acompanham manobras arriscadas.
A música é emocionalmente influente e skaters são emocionalmente influenciados; elas possuem extensas durabilidades e trazem diferentes cargas com diferentes ânimos. São ideais a determinadas horas, energicas e otimistas, além de válidas quanto a influência e resposta no skater.
Fones de ouvido apreciam gostos overais.
22 de dez. de 2010
30 de nov. de 2010
Teoria do chão

O piso do lugar que você anda pode intensificar seu role ou atrasar. Logo, a escolha do lugar a onde andar faz uma diferença muito grande.
Quando se anda no asfalto, as manobras dificilmente saem, o skate desgasta muito mais e se você tomar um tombo, já sabe.
Percebi através de uns 3flips em solos diferentes, que nem me esforçava quando o solo era liso, e errava quando era áspero, porque na teoria eu fazia o mesmo processo.
Notei também na época que eu treinava em um lugar que o piso era como o de quadra de futebol, o shape durava por mais tempo, ao contrário de um dia de role no asfalto, que o shape pega a aparência de um mês de uso.
Portanto, as vantagens que se tem em andar no piso liso são maiores em todos os aspectos, o seu skate e você não se desgastam, e se cair, está pronto para levantar e tentar de novo.
Ao contrário de outro solo, que pode render ferimentos e gastar suas peças de maneira muito mais rápida.
Não se trata de opção, sim, tem momentos e lugares que não há como escolher, mas, é bom trabalhar a ideia, porque entender isso é melhor do que não entender.
27 de out. de 2010
Teoria da Mini-Ramp

Mini-Ramp é uma modalidade do skate que traz base para diversas outras, desenvolve familiaridade na borda, equilíbrio nas outras bases, facilidade com transições e da um ''gás'' para dar manobras seguidas.
Esta teoria é para incentivar o uso das mini-ramps e dar umas ideias para andar nelas.
Quando comecei a andar em mini-ramp, acabava caindo muito quando tinha que voltar de fakie, foi quando tava formando a teoria do equilíbrio. Você deve dominar um pouco o equilíbrio de fakie para andar na mini, de quebra o switch. Se você tem o privilégio de andar em uma mini de madeira, então aproveite isso ao máximo, vá sem medo, arrisque, porque é fácil aprender manobras em mini, já que ela não te quebra e o medo quase não tem vez quando é esquecido.
Deve aprender as primeiras manobras que são o Rock n' Roll, 50-50 e tail-stop.
Rock n' Roll é simplesmente ter o equilíbrio pra voltar, já que encaixar até sozinho o skate consegue, não é mesmo? Portanto, ter o fakie confiante, equilíbrio, faz você entender por completo, não só essa, mas todas as posteriores.
50-50 é realmente muito fácil, quando você entende o processo. O jeito mais fácil é erguer o nose bem pouco, vai sentir encaixar o grind, baixa a frente e é simples assim. O aperfeiçoamento dessa em especial, partindo disso, tá na prática. O truck de trás travar, só acontece com movimento involuntário ou cooping imperfeito.
Tail-Stop a gente meio que aprende nas primeiras, é quando você volta de fakie e encaixa o tail como se você fosse dropar novamente. Basta empurra-lo contra a borda com o pé de trás, ele encaixa sozinho, depois de alguns acertos, você acerta mesmo sem olhar para a borda.
Essas três manobras você pode facilmente aprender em um dia, eu já vi caso de pessoas aprenderem várias e várias no mesmo dia.
As manobras de Mini-Ramp são ramificações (do street também), você pode aprender 50-50, depois grind, depois flip 50-50 e em seguida flip grind. É bem em ordem sequencial, o importante é não desistir no começo, palavra de quem teve muita dificuldade no começo, mas, agora é a onde eu tenho mais facilidade de andar.
Por último fica aí rapidamente explicado como dropar. Para quem não sabe, não tente aprender com a técnica ''mata barata'' ou coisa parecida. Repare que quando você encaixa o tail e está prestes a dropar, seu peso está todo no pé de trás, o que você tem a fazer é transmiti-lo todo para o pé da frente, não tem segredo, o resto é coragem.
Diversão é fundamental, porque dar um blunt na mini de 1m e em um quarter de 2m são a mesma coisa, mas, é mais por entender que é muito legal e não perigoso.
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