5 de abr. de 2011

Teoria do código



Sempre há um lugar específico a posicionar os pés na hora de dar determinada manobra.
Geralmente a base do heelflip é com a frente do tênis pra fora, enquanto que em um heelflip bs lipslide a postura já muda, não é mesmo?

Para toda manobra existe o que eu chamo de ''código'', portanto, sempre existe um lugar que é melhor para mandar a manobra, uma postura mais correta, uma espécie de ''regra'' para mandar uma manobra, uma maneira mais correta. Claro que isso varia de pessoa para pessoa, entretanto, a conclusão da trick é a mesma, procure sempre achar o posicionamento da manobra que quer acertar.

Eu, por exemplo, tinha uma dificuldade muita grande de dar hardflip, e lógico nem sonhava em dar nas outras bases tão cedo, afinal, não conseguia nem na minha base. Aí observei o TrickPedia do Rodrigo Tx mandando s/s hardflip, vi o vídeo várias vezes. O vídeo não chegava a dois minutos se bem me recordo, e no final eu sabia exatamente onde ele colocava o pé, como chutava e o que fazia com o corpo no ar enquanto o skate girava.
No dia seguinte eu fui andar de skate e apliquei tudo que eu aprendi observando, e não só aprendi o hard como também acertei nas quatro bases. A estrutura escrita que me fez capaz de entender como aprender uma trick só olhando foi o título do Blog do Eduardo Marinho: Observar e Absorver.

Abordando agora outro ponto dentro do tema, considere sempre o observar e absorver no skate, depois coloque em prática
Se você encarar as manobras com uma necessidade de código para serem executadas: posição do pé + chute x esforço = você pode compreender que sempre existe um caminho pra pegar a base da manobra.

A grande pegada é encontrar a forma como voltar um flip grind por exemplo, se você não acertar, há vídeos, há amigos, há ideias, há formas de aprender a posição correta pra que o seu esforço nas tentativas tenha valor. Isto é, não da pra aprender um flip grind na base do heelflip né?

Todas as tricks que você já sabe você arruma do mesmo jeito, logo, as que você não sabe, tem de ficar assim também.

2 de abr. de 2011

Teoria ‘’só vai’’



Bem, tudo começou quando os ‘’old school’’ da pista aqui de Foz do Iguaçu diziam ‘’só vai’’.
Acontecia quando a gente dizia querer apenas tentar alguma trick, ver se é possível, aí um deles respondia ‘’Só vai!’’. A gente não colocava muita fé e não tentava.

Mais pra frente desenvolvendo teorias de acerto e movimento involuntário, o ‘’só vai’’ passou a fazer mais sentido. Observando também alguns vídeos do Luan de Oliveira como esse último do dia de vida pela matriz, que ele faz uma sessão na iapi sem muitos cortes e acertando algumas manobras complicadas para a maioria dos seres humano. Há muito risco em pular uma escada de s/s kick, como alguém pode não temer e só ir? Observou o ‘’só ir’’ que eu deixei ali? Taí a explicação para um s/s kick em uma escada, é só ir, ou seja, só vai! Você tem que ir, e ir pra acertar. Se você tentar qualquer coisa pensando em errar, é óbvio que o pensamento ‘’eu vou errar’’ não faz parte da manobra, e você VAI ERRAR.

A ideia é deixar na mente o processo do movimento a ser feito, apenas o que pertence ao progresso da manobra. O obstáculo, o salto, o chute, o giro e cair em cima, pronto, só vai. Claro, você só vai pra acertar se tem na base, e só vai pra tentar se sabe como rolar, pra não custar uma queda. Não adianta se jogar na loucura de bigspin flip rockslide sem nem sabem nada disso.

No skate as coisas funcionam passo a passo, e não existe uma data, você aprende um noseslide, não necessariamente há de esperar dois dias pra partir pro crooked. A real é que assim que você sabe o noseslide, você pode dar sequência pro crooked, somente não pode querer dar crooked sem nem dar ollie ou noseslide. Mas você nunca vai acertar esse maldito crooked que eu estou usando como exemplo se você nem ao menos tentar, nem ao menos ir. Se você vai em direção e joga o skate na borda, encaixa e pula fora, Aí que entra o só vai. Todo mundo já deu alguma manobra caiu em cima e pulou fora sendo que é só ficar. Isso é deixar o medo tomar conta, e se você quase acertou, é porque você tem medo, mas, foi lidando com ele até a hora do acerto, entretanto, passa a ser uma evolução lenta e cansativa. O bang é o ‘’Só vai’’. Por que você arrega no flip de fron sendo que era só ficar em cima? Por que você não desliza o corrimão inteiro pega só a pontinha? Por que você não fica em cima e continua quando acerta a manobra? SÓ VAI!

Funciona como um desbloqueio entre o tentar e o não tentar...

14 de mar. de 2011

Tutorial do Japinha ensinando varial heelflip, manobra esta que ele da com muito estilo. :D
Ter estilo nas manobras, é uma coisa que só adiciona ao seu rolé, você só tem a ganhar com isso.

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8 de mar. de 2011

Teoria da competitividade sadia



Competitividade é disputar afim de cumprir a prática com mais êxito que o outro.
É muito fácil desistir sem acertar; há por outro lado ganas imbatíveis; entre o skater que desiste e o que não desiste, há pequenos empurrãozinhos, minúsculas partículas de motivação... Amigos. Quando dois amigos andam de skate juntos em um nível próximo, surge uma competitividade, entre brincadeiras, disputas e manobras. Um tenta superar o outro, com mais giros no Game of s-k-a-t-e, com combos mais complicados escondidos no bolso dos grinds.... O legal da competição é que o nível dos dois sobe muito, onde competir funciona como estímulo energético. É de um ponto de vista saudável, uma maneira que a amizade tem de acelerar a sessão marretada no skateboard, não algo para entristecer ou levar para uma vida. Mas, pertencer ao aumento de nível no esporte!
Não se leva competição para muitos outros aspectos da vida, não tem nada a ver com álcool, gatas ou dinheiro. Aquilo que não se compete não tem lugar em amizade.

Andar de skate sozinho também não é problema, há muita concentração, muita reflexão ouvindo a si mesmo. Não desista do skate! Com o tempo no skate, você verá o valor não pertencer as medalhas ou as manobras mais cabreiras. São as amizades, a experiência que o torna skatista e a vivência que pertence só a esse estilo de vida.

27 de jan. de 2011

Teoria do shape



Um shape adaptado ao seu estilo de skate é essencial. Aos Switeros os Double Decks são ótimos; aos fliperos os shapes com acentuadas concaves; aos verticaleros os shapes largões. Há modelos de shapes que auxiliam estilos de prática do skateboard.

Quando pegar o shape em mãos confira as medidas, Nose e Tail, as concaves o tamanho e a largura. Conte as lâminas, dê leves batidinhas com ele no chão, avalie o material.
Esteja atualizado com as tecnologias dos shapes, os preços, os testes pelos quais ele passou e a resposta que ele oferece.

Maple é seco porque o pinheiro nasce em lugar abundante em água; é uma madeira que aparenta uma estrutura mais compacta, responde rápido e não despedaça.
A Fibra de vidro é uma camada entre as camadas de madeira, uma fibra com uma aparente transparência; concebe pressões sem quebrar.
Há os shapes de madeiras comuns, skatáveis e simples.
Há algumas outras invenções como os Shape de Bamboo ou Maple com Fibra de vidro.

Escolha, coloque a lixa e vá manobrar!

21 de jan. de 2011

Teoria da música



Teoria da Música

Muitos skaters não dispensam um som durante a sessão. Um mp3 no bolso ou um som de caixa; uma sessão com bandas ao vivo ou sessões em eventos com Djs. Contudo as músicas parecem ser influentes nos skaters no aspecto manobrar! Instrumentais leves acompanham manobras complicadas; sons acelerados e altos acompanham manobras arriscadas.
A música é emocionalmente influente e skaters são emocionalmente influenciados; elas possuem extensas durabilidades e trazem diferentes cargas com diferentes ânimos. São ideais a determinadas horas, energicas e otimistas, além de válidas quanto a influência e resposta no skater.

Fones de ouvido apreciam gostos overais.